Quando centenas saíram às ruas determinados a incendiar as sedes do IBAMA e do ICMBio na cidade. Em represália a uma operação de combate ao garimpo ilegal no rio Madeira, que apreendeu e destruiu 20 balsas ilegais, os garimpeiros promoveram uma violenta rebelião popular que teve como alvo as estruturas físicas de diversas instituições governamentais. Iniciado no fim da tarde de sexta-feira, o ataque contou com a distribuição de grande quantidade de fogos de artifício (morteiros, rojões), gasolina e bebidas alcoólicas. Políticos locais são suspeitos de promoverem a barbárie manipulando a multidão, formada não apenas por garimpeiros e madeireiros, mas também por populares e comerciantes locais.
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